Vereadores e prefeito fazem reunião no Ibama em BH para reivindicar obras compensatórias da Usina

Sete vereadores de Aimorés, além do prefeito Alaerte da Silva e assessores municipais, participaram de uma importante reunião no dia 1º de agosto na sede do Ibama, em Belo Horizonte, quando foram discutidas medidas mitigadoras compensatórias por parte da Usina Hidrelétrica de Aimorés, decorrente do Trecho de Vazão Reduzida (TVR) no rio Doce. 

Este trecho, que compreende cerca de 6 quilômetros, entre a Pedra Lorena até a Casa de Força de Usina, já na divisa com Baixo Guandu, ainda é alvo de intensa preocupação das autoridades municipais.  O trecho passa em todo o perímetro urbano da cidade de Aimorés e inicialmente a intenção era construir ali um dique com espelho dágua, porém estudos da Usina mostraram a inviabilidade da obra e agora Aimorés quer compensação em forma de outros benefícios, entre eles a construção de um cais para proteger os moradores da região da Barra do Manhuaçu.

Estiveram na reunião realizada no Ibama os vereadores Tião Molin, Onair Vitorino Filho,  Gessimar Gomes da Silva, Andréa Afoumado, Darcy Salomão, cabo Natalino e Paulo Roberto Silva, além do prefeito municipal. 

A princípio, uma nova reunião já está marcada para o dia 10 de outubro, quando representantes da Câmara e Prefeitura vão se reunir com o Ibama e o  Consórcio da

Usina, para uma avaliação das reivindicações e das medidas tomadas de imediato em busca das compensações que Aimorés reivindica da Hidrelétrica.
Tanto os vereadores de Aimorés tanto os representantes da Prefeitura, com esta reunião, deixaram claro que não pode haver desunião quando se trata de defender os interesses maiores do município. Vereadores da situação e da oposição ao prefeito Alaerte estiveram juntos com o chefe do Executivo no Ibama, lutando pelo bem da população.

Medidas tomadas na reunião

• Em 60 dias, representantes do município de Aimorés encaminharão ao Consórcio da Usina, estimativa de custo de estudo a ser realizado por instituição escolhida pelo município, para avaliar a viabilidade da construção de um cais na Barra do Manhuaçu, no trecho entre a escola Américo Martins da Costa e o Pontilhão Ferroviário;

• Também no prazo de 60 dias, os representantes do município criarão comissão para identificação de medidas compensatórias mitigadoras que poderiam ser executadas pela formação do Trecho de Vazão Reduzida;

• No prazo de 15 dias, o Consórcio encaminhará ao Ibama proposta da realização de estudo de empresa escolhida pelo Consórcio, para avaliar viabilidade técnica e econômica da construção do dique de proteção da Barra do Manhuaçu;

• Novo encontro para avaliar o andamento dos trabalhos está previsto para o dia 10 de outubro;
Na reunião com o Ibama e o Consórcio realizada no dia primeiro de agosto, os representantes da Prefeitura deixaram claro que os pontos encaminhados ao Consórcio (uma lista de necessidades) e entregues em 05 de maio de 2014, não representam uma proposta do município para cumprimento das condicionantes, mas sim apenas uma lista de demandas através da Secretaria de Obras.

 

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